Escrevi um artigo devido a minha experiência em sampa, está no danceadois.com, vou reproduzí-lo aqui:

É o Samba Rock meu irmão?

Você conhece a história do samba rock ou apenas "torce" o nariz, pois não aceita que se dance girando em músicas que acredita que foram feitas para cruzados, ganchos e puladinhos?

Um velho hábito humano é julgar sem ter conhecimento de causa; E é o que acontece com o samba rock por grande parte dos não paulistas. O que fazer então quem tem opinião diferente? Pesquisar e dividir informação.

Começamos pelo nome. A palavra samba rock foi divulgada para grande massa através da música "Chiclete com Banana" gravada por Gilberto Gil em 1972 no Lp "Expresso 222" que marcava sua volta do exílio, apesar de já ter sido gravada com grande sucesso em 1959 por Jackson do Pandeiro. Nos versos de "Chiclete com Banana" composição de Gordurinha e Almira Castilho, se faz uma crítica e um desafio, "Eu só boto bebop no meu samba quando o Tio Sam tocar num tamborim", fala-se sobre as misturas que a influência estadunidense nos trouxe e as mudanças que podem ocasionar. Culmina sugerindo um termo que resume seu enredo "é o samba rock meu irmão." Não se tem documentado, infelizmente, o ano exato, quem ou em que região de São Paulo se começou a adotar este termo para designar a dança bailada pelos negros das periferias. Com a chegada do rock americano, sem qualquer planejamento, as pessoas começaram a misturar os passos do samba da época ao do rockabilly. Nos bairros, como chamavam e ainda chamam as regiões mais distantes do centro, as famílias em suas festas, batizados, casamentos, dançavam esta nova dança e repassavam de uma maneira instintiva e hereditária. Sempre havia um quintal com um toldo e um vinil tocando aos finais de semana, gente alegre, e porta aberta a quem mais quisesse chegar e entrar no mesmo clima. Conta-se que quem viveu esta época com certeza treinara a base da dança com as portas de casa ou dos armários e os giros "trançados" com toalhas ou argolas das cortinas.

Com as mudanças políticas e sociais o samba rock chegou aos salões de bailes fora das periferias.

Depois que foi introduzido nas grandes academias de dança de salão de São Paulo, o samba rock começou a ser visto com outros olhos pela sociedade, com professores utilizando métodos de ensino a dança chegou à outra parte da população; Inclusive sendo descoberta pelos donos de Casas Noturnas, que passaram a dedicar noites ao ritmo com show e aulas.

O samba rock é vivo e também se modificou ao longo dos anos, porém os "antigos" e os mais modernos convivem em harmonia, independente se concordam ou não um com o estilo do outro. Com a possibilidade de se dançar não somente em sambas, mas em jazz, rock, soul, nas músicas das big bands e em outros ritmos musicais em que os dançarinos sentem o desejo de dançar o samba rock, ficaria impossível que a dança não se adaptasse e mudasse com o tempo e as maneiras de praticá-la.

O movimento é pulsante e não se restringe a dança, mas a divulgação, fortalecimento e renovação da identidade negra no estado de São Paulo.

Abra seu coração, os olhos, os ouvidos, coloque um sapato confortável e dê um chance ao samba rock; O máximo que pode acontecer é você se apaixonar!

 

Este texto é colaboração de Mychelle Dantas

 

Quem é ViVo sempre aparece!!!

Em homenagem as queridas "clamantes", vou postar. Maaaas, não esperem um funeral digno ou uma voltra triunfal a este espaço, é apenas um oi com reticênciasPiscadela Ou não!

Pularei a história de minha ida e estadia á sampa, pois até para mim ela é demais, sabe quando você toma LSD, então foi isso, uma alucinação lisérgica (à quem interessar possa, eu nunca tomei tal droga, mas imagino).

Voltando de Sampa e colocando a vida nos eixos!

Ontem fez dois meses que voltei. De lá pra cá, algumas aulas particulares para alunos antigos, substituição de alguns amigos professores atarefados devido a época do ano e até uma coreografia para uma noite cigana, que acabei por dançar.

Voltei à academia que deixei, mas lógicamente que muita coisa mudou, fora que cheguei na época do ano que todas as turmas estão voltadas para as coreografias do Baile de Fim de Ano.

Em princípio havia a necessidade de mais pessoa para dançarem shine ( movimentos livres na Salsa em Linha) e como eu estava com tempo sobrando resolvi encarar ( pois reza a lenda que sou avessa a apresentações). Duas semanas de shine e resolvi fazer a Rueda ( Salsa Cubana dançada em roda), pois é na mesma música, que mal faz.

Na semana seguinte precisaram de uma dama para o samba, beleza, adoooro! Portanto, de dançar nada passei a três coreografias. A agenda das apresentações está pronta: Domingo 14 no Lapa 40º, Quinta 18 no Bira Santos, Sexta 19 no Angelo Petersen e Sábado 20 o Grande Baile no Tijuca. Eis que nesta quarta sou avisada que dançarei o tangoSurpresa, sendo que além de ser uma das modalidades de dança a dois em que eu não me especializei, como lemos acima a primeira apresentação é domingo e como são coreografias com os alunos, temos que ser os guias dos mesmosFalei bobagem Mas tudo bem, estamos aí para isso...nada que horas de ensaios e perdas de noite contando os oitos não resolvam.

Trabalhos

Estou com algumas propostas, mas como sempre em minha vida, tenho que fazaer escolhas que acabam não permitindo aproveitar as oportunidades juntas...veremos. Em janeiro novidades neste campo.

 

Ah, Simone e Zélia Duncan lançaram um cd e o nome para mim foi um achado: "Amigo é casa".

 

Beijos, me liguem! Ou melhor, me manda um scrap ou depo!

 




Texto do Miro: Foto tirada em 1999, durante a gravação da abertura do programa de televisão Câmera 9, que era apresentado pelo professor de Street Dance Guto Adiala. Da esquerda para a direita estão: Edu, Roberta, Manú, Mychelle, Jeffinho (agachado), DJ Fabinho, Miro, Binho, Guto Adiala, DJ Adônis e uma garota (que eu não sei o nome).


* Por que eu tenho passado ;)

" - Não foi esse o combinado" ou "Vivi, cuidado com a queda capilar!"

a.s. Depois revisarei no explorer para usar cores e caras, pois no mozilla não dá :(



Essa semana a Vi me mandou um torpedex perguntando se eu queria ir buscar uma amiga dela de MS no aeroporto. Bom que foi um dia de folga, logo concordei, pois como ela disse quando ela vem ao Rio sempre tenta me encaixar (no bom sentido(?)) em sua estadia.
Dormi umas três da manhã e acordei sete e pouco, beleza! Liguei pra ela nove e pouco e marcamos 10:20m em "frente a lateral" do Tijuca. A Fê me atrasou um pouco, mas corri e liguei para Vi me buscar lá na frente na Maracanã.
Ois, cabelos novos e aquela cara da Vi "- Estou feliz!", fiz mechas. Fomos colocando o papo em dia e percebi que íamos ao Galeão, pertim...
Chegando lá meia hora para achar o Terminal 1, boa co-piloto que sou (ou apenas sei ler placas) dei uma ajudinha e chegamos ao estacionamento.
Resolvemos ficar no carro conversando, pois a amiga fez uma conexão em sampa e ainda não tinha entrado no avião pra cá. Colocando mais ainda o papo em dia, rindo muito como sempre. Como deve estar escrito na Bíblia da Amizade "E a Fofoca vos libertará!". Claro que o assunto teve que passar sobre dança, mas precisamente ensino de dança. A porta do carro aberta para a chata da Vi fumar (para logooooo). Fui mostrar a ela sobre uma aula, algo do abraço, relação e lógico mostrei na prática, a abracei e olhei olho no olho...rsrsrsrs Imagina nêgo passando "Que pouca vergonha!", "O mundo tá perdido!"...Logo após essa situação entra uma abelha no carro, pronto, as duas saindo e gritando, a bióloga querendo pegar e não matar, mas tirá-la dali e eu só querendo fugir; Aí vem um segurança "-Algum problema senhoras?", "Não é só uma abelha." "Aonde as senhoras vão." "Não sabemos, pra lá..." "Pra lá não que o elevador está quebrado, é por ali" e apontou.
Subimos e comecei a ver umas meninas com cabelos vermelhos e uns meninos alegres com cabelos descoloridos.Pronto, a amiga da Vi vem no vôo do RBD! Não perdi tempo "Vi, vamos ficar ali pulando com eles para sair na Sônia Abrão" :D
Mas na verdade sentamos e continuamos a conversar/rir.
A Thays estava demorando, fomos para o desembarque e inspirada em uns *pobrezinhos da Shering tive uma idéia!!! Meu sonho era esperar alguém no aeroporto com um papel com o nome da pessoa! (tá não era meu principal sonho de vida, mas na hora era). A Vi arranjou um papel, caneta, marca-texto e tharam, Mychellinha e sua placa aguandando THAYS!
* Dava uma pena, vários caras com aquelas placas de nome de empresas e/ou estrangeiros; mas tinha um carente de dar dó. Toda hora que saia alguém ele implorava "SHERING, SHERING?" e nada, nem um "não senhor", "desculpa não sou eu", "obrigado", nem um simples menear de cabeça, um sorriso...nada! POBRES CARINHAS CARENTES DAS PLACAS DE DESEMBARQUE!
Já no carro voltando, amiga da Vi sendo a melhor amiga dos últimos tempos dos cinco minutos, e conversa vai, conversa vem e a dona Vivi segue direto, erra o caminho e vamos parar na Lagoa, a procura de um retorno perfeito rs
Chegando na Vi, família toda reunida, Vô, Paty, Cella, Norma e Vó ou Marília Gabriela. Thays foi dar um beijo nos cães e saiu com um ótimo aroma de cagada nos cabelos, mas ainda tinha pior Vó da Vi, vulga Marília Gabriela começou a fazer uma entrevista com a coitada...depois Tia Norma, eu é que só abro a boca...rsrsrsrs
Vida de Vivi discutida na cozinha, barriguinha cheia, cheias de culpa partimos, pois a Vi ainda ia buscar um cão, fazer um book ou bóq, levar o cão, ir a um Conselho de Classe e acomodar Thays, a personagem do dia!

Amiga amei te ver!!! Quero sempreeeeee!
Vivendo um momento:

Certas Canções
(Tunai/Milton Nascimento)

Certas canções que ouço
cabem tão dentro de mim
que perguntar carece
Como não fui eu que fiz...

"Mulheres, comam!
Nada mais bonito do que uma mulher que come bem, com gosto, paladar nas alturas, lindamente derramada sobre um prato de comida, comida com sustança. Os olhinhos brilham, a prosa desliza entre a língua, os dentes, sonhos, o céu da boca. Ela toma uma caipirinha, a gente desce mais uma, sábado à tarde, nossa doce vida, nossos planos, mesmo na velha medida do possível.
Pior é que não é mais tão fácil assim encontrar esse tipo de criatura. Como ficou chato esse mundo em que a maioria das mulheres não come mais com gosto, talher firme entre os dedos finos, mãos feitas sob medida para um banquete nada platônico.
Época chata essa. As mulheres não comem mais, ou, no mínimo, dão um trabalho desgraçado para engolir, na nossa companhia, alguma folhinha pálida de alface. E uma tal de rúcula? Vixe!A gente não sabe mais o que vem a ser o prazer de observar a amada degustando, quase de forma desesperada, uma massa, um cuscuz marroquino/nordestino, um cabrito, um ossobuco, um barreado, um bife à milanesa, um torresmo decente, uma costela no bafo.
Foi embora aquela felicidade demonstrada por Clark Gable no filme "Os Desajustados", quando ele observa, morto de feliz, Marilyn Monroe devorando um prato. E elogia a atitude da moça, loa bem merecida.
Toda preocupação feminina agora está voltada para a estatística das calorias, as quatro operações da magreza absoluta, ditadura da tabuada, vida noves fora nada. É como se todas fossem posar para a "The Face"’ do dia para a noite, fazer bonito nos editoriais de moda, vôte! Mal sabem que isso não tem, para homem que é homem, quase nenhuma importância.
François Truffaut, o francês cineasta, padrinho sentimental deste blogueiro, já alertava, em depoimentos registrados em suas biografias, o valor insuperável das mulheres normais e o seu belo mundo de pequenas imperfeições. Tudo sob medida das nossas taras.
Além do prazer de vê-las comendo, pesquisas recentes mostram que as mulheres com taxas baixíssimas de colesterol costumam ser mais nervosas, dão mais trabalho em casa ou na rua, barraco. Nada mais oportuno para convencê-las a voltar a comer, reiniciá-las nesse crime perfeito.
Às fogazzas, aos pastéis, aos cabritos assados e cozidos, ao sanduíche de mortadela, ao lombo, de lamber os lábios, ao chambaril, ao churrasco de domingo para orgulho do cunhado, que capricha na carne e sabe a arte de gelar uma loira de primeira. E aquela fava, meu Deus, com charque, enquanto derrete a manteiga de garrafa, último tango do agreste…
O importante é reabrir o apetite das moças, pois homem que é homem não sabe sequer _nem procura saber_ a diferença entre estria e celulite. "

Xico Sá

Uma das maiores virtudes de uma fêmea é arte de pedir.
Como elas pedem gostoso.
Como elas são boas nisso.
Resistir, quem há de?
Um simples “posso pegar essa cadeira, moço?” vira um épico. É o jeito de pedir, o ritmo da interrogação, a certeza de um “sim” estampado na covinha do sorriso.
Pede que eu dou.
Pede todas as jóias da Tiffany´s, minha bonequinha de luxo!
Estou pedindo: pede!
Eu imploro, eu lhe peço todos os seus pedidos mais difíceis.
Pede a bolsa mais recente da Louis Vuiton, pede o shopping inteiro, pede o Iguatemi, pede a Daslu, melhor ainda, pede a Daspu e veste só para o teu homem.
Pede que compro nem que seja no camelô, na 25 de Março, nas galerias dos coreanos, compro da Orenilda, minha prima sacoleira de São Miguel Paulista.
O que importa é o requinte e o atendimento da demanda.
Não me pede nada simples, faz favor, please.
Já que vai pedir, que peça alto. Você merece, uma mulher como essa não tem preço.
Amor sincero?
Fácil, fácil.
Fidelidade?
Acabo de criar o seu exclusivo cartão de milhagem.
Como é lindo uma mulher pedindo o impossível, o que não está ao alcance, o que não está dentro das nossas posses.
Podemos não ter adonde cair morto, mas damos um jeito, um truque, 12 vezes sem juros, no pré-datado, no cheque sem fundos.
Até aqueles pedidos silenciosos, quando amarra a fitinha do Senhor do Bonfim no braço…, são lindamente barulhentos.
Homem que é homem vira o gênio da lâmpada diante de uma mulher que pede o impossível. Ah, quero o batom vermelho dos teus pedidos mais obscenos.
Quero o gloss renovado de todas as vezes que me pede para fazer um pedido, assim, quase sussurrando no ouvido: “Amor, posso te pedir uma coisa? Posso mesmo?”
Um jantar no D.O.M. ou no Fasano?
É pouco para o meu bico.
Flores de helicóptero?
Como na filosofia do pára-choque, o que você pede chorando que não faço sorrindo?!
Que eu faça o trânsito de São Paulo andar mesmo no dia da visita do Bush? A sua rua, só a sua, está livre, com pedrinhas de brilhantes para o meu amor pisar.
Pede, benzinho, pede tudo.
Que eu largue a boemia, pare de beber e me regenere???
Pede, minha nega, que o amor tudo pode.
Mesmo as que têm mais poder de posse que todos nós não escapa de um belo pedido.
Com estas, as mais poderosas, tem ainda mais graça. Elas pedem só por esporte ou fetiche, o que não lhes comprometem a pose e muito menos a independência.
Não é questão de poder ou dinheiro.
O que importa é o pedido em si, o romantismo que há guardado no ato.
Os melhores cremes da Lancôme? Vamos a Paris comprar juntos.
Eu lhe peço: me pede.
Não pede mimos baratos, pede atenção, por exemplo, essa mercadoria tão cara ao mundo das moças. Pede que corrija os erros do meu português ruim, que eu deixe de alternar a segunda e terceira pessoa, que falta de classe, na boa, pede, nem que eu chame o Pasquale para ficar de “vela” corretiva entre eu e você, digo, entre tu e eu, melhor, entre nós dois…
Pede, amorzinho, pede gostoso, hoje sou o senhor de todas as tuas demandas, aproveita a febre, a efeméride, de diamante para baixo o céu é o limite.

Xico Sá

Eu já tive quinze anos!!!



Lenine, My e André 1994 - Registro trazido pelo orkut ( viu como é importante)


Já quis ser cigana, sereia, vampiro, engenheira genética (na sétima série, onde só sabiamos de Azão, azinho, zigoto...), psicóloga do exército, psicóloga de presos e drogados e famosa!


Hoje eu quero apenas ser Highlander!!!

Vanusa, My e Radiga - Baile de Fim de Ano da Academia ArteManha

Na Gangorra

(Giana Viscardi/Michael Ruzitschka)

Na boa...
Nós dois na gangorra
Remando horas à fio
A noite é escura, o tempo é frio
Rumando contra a corrente
Vai fugindo do que sente
Mas nem saiu do lugar
Não adiantou tanto remar
Pois esqueceu amarrada
A canoa na beirada

Nós dois
Num filme de ação
Eu, a mocinha e você,o vilão
Nós dois
num filme de amor
eu, a donzela e você, o cantor

Dia de morena

Acordo com a tv que me desperta (despertador me dá susto e me estressa). Desperta na Record, passando as notícias no Fala Brasil, as´compras de última hora (me sinto no filme Feitiço do Tempo). A televisão me chama meia hora antes da exata para acordar e ir tranquila trabalhar, pois preciso de trinta minutinhos de preguiça para não levantar esbaforida. Tomo um banhinho, escolho a roupa(ou melhor já está escolhida, por hábito escolho sempre um dia antes no mínimo), me arrumo com muita calma e saio. Hoje nem trouxe bolsa, sabe com é, Tijuca e Centro da Cidade, só pivete, imagina hoje. O metrô aquela delícia. Geladinho, vazio...Na Estácio entrou uma pessoa e na central duas, um paraíso. Chegando na Carioca, sou recebida pelos chilenos e seus cds de música tocada em bambu e cano de pvc com temas natalinos.

Um ínicio de dia maravilhoso. Podia ser assim todo dia. É, tirando os chilenos.

p.s Estou de jeans, vestido vermelho e sandália prata. Antes de sair de casa mudei de canal e no sete uma mulher dava dicas de moda de estilistas famosos e fechou com uma dica pessoal de gafe "Não se vista de vermelho, nem verde, muito menos os dois juntos", daí a coleguinha dela diz que é igual casamento, "...de branco só a noiva", aposto que o Santa Claus tá super chateado comigo!

 

Feliz Natal!!!

SÁBADO FOI O BAILE DE FIM DE ANO DA ARTEMANHA.

COMENTÁRIO:

FOD#, FOD#, FOD##################!!!

 

p.s. Quando chegarem as fotos comento menos eufórica.


Dança da Bicicletinha


Hoje mais uma vez enquanto eu caminhava a passos mansos até o metrô, quase
fui alvejada mais uma vez por uma bicicleta perdida. Quando retornei o olhar de
uma vitrine de sapatos dei de encontro a um olhar desesperado do entregador da
lavanderia que por pouco não me atropelou...Lembra um desses humorístas que
dizia que a pessoa morreu de uma coisa e a explicação era tosca?! Então, uma
nova modalidade está formada. "Fulana morreu de vitrine!", "An?", "Pois é foi
olhar para vitrine e pá atropelada por uma bicicleta" sobe a música : "
O mesmo banco, a mesma praça..pausa para os comerciais.


Gente, sabe o pico da tensão? Quando estou no metrô e ouço "ESTÁCIO, ESTAÇÃO
DE TRANSFERÊNCIA PARA LINHA 2". Né por nada não, claro que as pessoas merecem um
transporte decente, mas essa integração fica insuportável para ambos, linha 1 ou
2, devia existir outra alternativa. Acontece um estouro de boiada e salve-se
quem puder!

Contagem regressiva para o baile de fim de ano da Arte Manha...dia 15 vai ser histórico, gravação do dvd ao vivo da ParaTodos e um super show de dança. Vestidinho rosa já tá separado, né!

Já sabem né?!

Sexta Baile do Bolacha ( o melhor semanal do Rio), mas antes passei no do Luciano no Rebôco, casa linda de Marinho Bráz. Sábado aniversário do Ângelo, dancei com os bolsistas queridos da ArteManha uma coreô de soltinho!

De segunda à sexta de 10h às 16h estou levando o novo projeto dos meus amigos Priscilla e Léo ( lembra da franquia de cosméticos?), então, eles montaram um stand de recrutamento de consultoras e distribuição e chamaram a Mychellinha aqui para dar essa bola. É lá no Centro. De lá vou direto pro Marlos ( menos sexta) dou aulas e depois ArteManha...

 

p.s. O mês de dezembro devia ter 60 dias para acomodar os bailes de fim de ano dos amigos, vááááários no mesmo dia...

 

Hugo Chaves me salvou!!!

Hoje estava eu a me dirigir ao metrô, quando em frente a uma banca de jornais Hugo Chaves me salvou! Enquanto eu caminhava calmamente olhando vitrines, uma bicicleta lotada de garrafões de água vem descontrolada em minha direção. Quando já vislumbrava o pior um sósia de Hugo Chaves segura a bicicleta evitando a tragédia. Da banca sai um magricela e pede perdão à Chaves ( Venezuela Rules)!? Mas era eu que estava em perigo, oras! Segui vivinha até o metrô.

 

p.s. Fiquei chocada com o NO à Chaves, acho que o "¿ Por que no te calas?" surtiu efeito. Salve a Espanha!!!

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